- veículos de até R$ 150 mil;
- prazo de até 72 meses;
- carência de seis meses para começar a pagar;
- foco em renovação de frota e eficiência energética.
- consumo extremamente baixo;
- manutenção mais barata;
- maior previsibilidade de custos.
Na prática, o motorista troca a volatilidade da gasolina por recargas elétricas significativamente mais econômicas, especialmente para quem roda o dia inteiro em trajetos urbanos curtos.
Entre analistas do setor automotivo, a leitura é que o programa pode beneficiar principalmente:
- motoristas de aplicativo em capitais;
- taxistas de corredores urbanos;
- profissionais que hoje trabalham com carros alugados;
- famílias que enxergam o automóvel como patrimônio gerador de renda.
- aumento da presença de carregadores urbanos;
- valorização de veículos eficientes;
- expansão das montadoras chinesas;
- pressão competitiva sobre modelos populares a combustão.
Hoje, muitos motoristas de aplicativo já fazem cálculos comparando o gasto diário de combustível com o custo médio de recarga elétrica. Em algumas cidades, a economia mensal já supera com folga a diferença da prestação.
- estimula crédito;
- movimenta indústria;
- conversa com pauta ambiental;
- alcança trabalhadores informais;
- gera percepção imediata de ganho financeiro.
Além disso, a carência de seis meses cria uma espécie de “fase de maturação” para o motorista começar a operar o veículo antes do impacto financeiro integral das parcelas.
- ofensiva comercial de montadoras chinesas;
- campanhas voltadas a motoristas de aplicativo;
- aumento da disputa no segmento compacto;
- crescimento de planos de assinatura e recarga.
Executivos do setor já enxergam o programa como potencial divisor de águas para consolidar os elétricos compactos como ferramenta de trabalho — e não apenas produto de nicho.
(Focus.Jor)