quarta-feira, 28 de outubro de 2026

APÓS AVANÇO DO PL, CENTRÃO ARTICULA REFORMA POLÍTICA NA CÂMARA

 O avanço do PL nas eleições levou dirigentes do Centrão a acelerar a articulação por uma reforma política para mudar as regras de escolha dos deputados federais e reduzir o efeito dos chamados puxadores de votos. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), reúne nesta quarta-feira (28) lideranças partidárias para tentar chegar a um acordo sobre o novo sistema eleitoral.

O encontro, realizado nesta manhã na residência oficial da Câmara, é o terceiro em duas semanas. Entre as alternativas estão o voto distrital misto e o distritão. A intenção é votar uma proposta ainda em 2026, antes da posse dos novos parlamentares, em fevereiro de 2027.

O PL elegeu 121 deputados, contra 97 em 2022, e terá a maior bancada da Câmara. Já a federação União Brasil-PP caiu de 105 para 87 cadeiras e o MDB, de 41 para 36. Levantamento do Congresso em Foco mostra que Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), que somaram mais de 6,1 milhões de votos, foram decisivos para 17 das 40 cadeiras conquistadas pelo PL nos dois Estados, incluindo as próprias vagas.

Participam das articulações União Brasil, PP, PSD, Republicanos, MDB, Podemos e a federação PSDB-Cidadania. Motta recebeu dirigentes dessas legendas em 14 de outubro, quando também discutiram sua recondução à Presidência da Câmara. Houve outra reunião no dia 20, sem acordo sobre a reforma.

Distrital misto ou distritão?

O voto distrital misto, defendido por dirigentes como Gilberto Kassab (PSD) e Aécio Neves (PSDB), combina a eleição direta de deputados em distritos geográficos com a distribuição proporcional das demais vagas, por meio de listas partidárias.

Uma proposta nesse sentido, o projeto de lei 9.212/2017, de autoria do então senador José Serra (PSDB-SP), já foi aprovada pelo Senado e tramita na Câmara. O relator na Comissão de Constituição e Justiça, Domingos Neto (PSD-CE), defende que o sistema comece a valer nas eleições municipais de 2028, para a escolha de vereadores.

A outra alternativa é o distritão, defendido por parlamentares como Renata Abreu (Podemos-SP). Nesse modelo, seriam eleitos os candidatos individualmente mais votados em cada Estado, independentemente do desempenho de seus partidos.

Os caminhos legislativos também diferem. O distrital misto já tem um projeto de lei aprovado pelo Senado, embora sua implementação por lei ordinária possa suscitar questionamentos jurídicos. O distritão exigiria uma proposta de emenda à Constituição (PEC), aprovada por pelo menos 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos em cada Casa.

Hoje, o sistema é proporcional: os votos dos candidatos são somados aos de seus partidos ou federações para distribuir as vagas. É esse mecanismo que permite aos puxadores de votos contribuir para a eleição de colegas de legenda. A mudança divide o próprio Centrão e enfrenta resistências em setores do PT e do PL.

O que defendem Lula e a esquerda

O presidente Lula (PT) também defendeu uma reforma política durante a campanha, mas sua agenda é mais abrangente. Em entrevista à Band, em setembro, criticou o financiamento público das campanhas, defendeu o fim do fundo eleitoral e propôs mudanças para fortalecer os partidos e reduzir a fragmentação partidária.

Lula também sinalizou interesse em discutir o voto em lista, o voto distrital e as regras de distribuição e fiscalização das emendas parlamentares. O governo pretende retomar o debate em 2027, mas ainda não apresentou uma proposta fechada. O presidente também defendeu uma reforma do Judiciário, com mudanças nos critérios de escolha dos ministros do STF e na duração de seus mandatos.

O PT historicamente se opõe ao distritão, por considerar que o modelo enfraquece as legendas e privilegia candidaturas individuais. Não há, porém, posição conjunta dos partidos de esquerda sobre as alternativas negociadas pelo Centrão. A federação PT-PCdoB-PV e legendas como PSB e PDT apoiam a recondução de Motta à Presidência da Câmara, o que não significa adesão à reforma eleitoral.

Mesmo que haja acordo entre os dirigentes nesta quarta-feira, qualquer mudança dependerá de aprovação legislativa e deverá respeitar a anualidade eleitoral, que impede a aplicação de novas regras a eleições realizadas até um ano depois de sua entrada em vigor.

(Congresso em Foco)

JANONES DIZ QUE MICHELLE TAMBÉM GANHOU DINHEIRO NO ESQUEMA DE VORCARO

 

Por Vinícius Sales – O deputado federal André Janones (Avante-MG) afirmou, nesta terça-feira (27), que a ex-primeira-dama, e senadora eleita, Michelle Bolsonaro também teria sido beneficiada por recursos supostamente repassados pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, à família Bolsonaro.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou ter recebido informações de que Michelle apareceria nos próximos dias entre os beneficiários do suposto esquema. “Michelle Bolsonaro figurará nos próximos dias como uma das beneficiárias do dinheiro roubado pela família Bolsonaro junto ao Vorcaro”, declarou, sem apresentar provas.

Janones também alegou que parte dos recursos supostamente recebidos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) teria sido utilizada para financiar a permanência de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos. “O dinheiro roubado que o Flávio recebia do Vorcaro era utilizado também pra bancar o irmãozinho dele, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos”, afirmou.

FIES 2 – INSCRIÇÕES GRATUITAS PARA VAGAS REMANESCENTES ESTÃO ABERTAS

 

As inscrições para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2026, foram abertas na segunda-feira (26/10).

Os estudantes interessados poderão se inscrever gratuitamente até 3 de novembro, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. É preciso fazer login pela conta da plataforma Gov.br.

O programa oferece  financiamento para estudantes que desejam cursar o ensino superior em faculdades privadas bem avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC).

O Fies cobre as mensalidades do curso e permite que o estudante pague, com condições facilitadas, o valor  financiado após a conclusão da graduação.

Nesta edição, as vagas remanescentes destinam-se exclusivamente à contratação do financiamento no segundo semestre letivo deste ano, sem possibilidade de extensão do prazo.

Uma das etapas do processo seletivo vai verificar se os candidatos pré-selecionados têm condições de acompanhar as atividades acadêmicas e concluir o semestre com aproveitamento suficiente.

Quem pode participar

Para participar, é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas de conhecimentos e nota acima de zero na redação.

O estudante não pode ter participado do exame como treineiro.

O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos, de acordo com o edital, que trata da ocupação das vagas.

Na parte acadêmica, o candidato pré-selecionado deve ter condições de cumprir a frequência mínima exigida pela instituição privada de ensino superior neste segundo semestre letivo de 2026.

Vagas

Ao todo, são 50 mil vagas distribuídas pelo país.

O edital reserva 50% dessas vagas remanescentes a candidatos com renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo e inscrição atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Para essa verificação, serão consideradas as informações cadastrais atualizadas até 8 de outubro de 2026.

Os estudantes pré-selecionados nessa modalidade poderão solicitar financiamento de até 100% dos encargos educacionais, conforme as regras do programa.

O resultado da chamada única está previsto para 16 de novembro.

Fonte: Agência Brasil

HUGO MOTTA ANUNCIA PEC SOBRE VOTO DISTRITAL MISTO AINDA ESTE ANO


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta quarta-feira (28) que pretende discutir e colocar em possível votação ainda este ano uma PEC para implantar o voto distrital misto no Brasil. A mudança discutida é restrita ao sistema proporcional, ou seja, alcançaria a escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores.

A proposta apresentada por Motta prevê uma transição em 2030 para que o novo modelo seja efetivamente adotado a partir das eleições de 2034. O anúncio foi feito após uma reunião com líderes e presidentes partidários.

Segundo Motta, representantes de partidos de centro participaram das conversas, assim como o presidente do PSB, João Campos. A intenção agora é ampliar as negociações com outras legendas, incluindo os partidos da Federação formada por PT, PCdoB e PV, além de Psol, PL e Novo.

"Nós caminharemos para fazer ainda esse ano uma discussão e possível votação na Câmara dos Deputados sobre a mudança do nosso sistema eleitoral, caminhando para o sistema distrital misto."

PRAZO PARA ESCOLHA DE MODELO TRIBUTÁRIO DO SIMPLES NACIONAL TERMINA NESTA SEXTA-FEIRA (30)

 

Micro e pequenos empresários devem ficar atentos ao prazo para definir como recolherão os novos tributos previstos na reforma tributária. Segundo a Agência Brasil, a escolha pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser registrada até sexta-feira (30/10).

As empresas que não fizerem essa opção permanecerão no modelo simplificado de tributação do Simples Nacional, com recolhimento dos impostos conforme as regras do regime.

A sexta-feira também marca o prazo para regularizar pendências que impediram empresas de ingressar no Simples Nacional. O período para solicitar a opção pelo regime terminou no dia 15.

A decisão sobre o modelo de recolhimento deve ser tomada com orientação contábil, considerando as características de cada negócio e os possíveis impactos tributários.

Fique atento: consulte seu contador para verificar os prazos aplicáveis e as regras de transição da reforma tributária.

(Via Sobral em Revista)

QUEM TIVER MINISTÉRIO NO LULA QUATRO DEVE VOTAR COM GOVERNO NO CONGRESSO, DIZ GUIMARÃES


O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, defendeu na terça-feira (27) a participação de partidos do Centrão no novo governo de Lula, mas destacou que quem ocupar espaço no Executivo deve apoiar o governo nas votações no Congresso.

"Eu defendo que participem e dialoguemos para isso. Porém, tem que ser uma participação efetiva, não é meia participação, não é meia governabilidade, tem que ser governabilidade integral e total", afirmou em coletiva de imprensa ao lado de Pedro Uczai (PT-SC), líder do PT na Câmara.

José Guimarães criticou o modelo em que uma legenda ocupa ministérios e, ao mesmo tempo, vota contra propostas do Planalto. "Não pode, por exemplo, o partido ter três ministérios e votar sempre contra o governo. Eu, se depender de mim, acho que isso é errado."

Questionado sobre partidos que possam se declarar independentes mesmo tendo integrantes na administração, Guimarães reforçou o recado: "Pode ser independente, mas quem estiver no governo tem que votar para o governo".

Guimarães defendeu uma coalizão ampla, mas afirmou que a relação com os partidos deverá funcionar sob novos parâmetros. "Nós precisamos construir um governo com muitas alianças, mas com nitidez política", disse.

(Congresso em Foco)

A PALAVRA DO DIA


Evangelho (Lc 6,12-19)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva, ó Senhor, o coro dos Apóstolos!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

12 Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13 Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: 14 Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. 17 Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 18 Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. 19 A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

GOVERNO DOS EUA CONFIRMA CONCESSÃO DE VISTOS PARA FLÁVIO BOLSONARO E FAMÍLIA

 

O Departamento de Estado dos Estados Unidos concederá vistos ao senador Flávio Bolsonaro e à sua família, garantindo permissão formal para a entrada do parlamentar no país. A informação foi confirmada por autoridades norte-americanas à imprensa, em meio às apurações da Polícia Federal brasileira e a relatos de veículos internacionais sobre o deslocamento do senador rumo ao território americano após a derrota nas urnas.

A decisão de Washington vem à tona no momento em que a Polícia Federal investiga se o senador deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina. Enquanto relatórios de rastreamento e informações da imprensa citam uma aeronave em Puerto Iguazú, autoridades argentinas afirmaram que não há registro formal de entrada do parlamentar no país vizinho.

Com informações do G1

SOBRAL LIDERA AUMENTO DE VOTOS DE LULA NO 2º TURNO; VEJA MUNICÍPIOS ONDE ELE MAIS GANHOU ELEITORES

 

O  município de Sobral foi onde o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mais ampliou sua votação proporcionalmente entre o primeiro e o segundo turno da eleição deste ano. Entre as duas etapas da disputa, o petista aumentou sua participação nos votos válidos em 7,72 pontos percentuais, passando de 59,66% para 67,38%.

Sobral é um município estratégico na política cearense. A cidade é berço político do ex-governador Ciro Gomes (PSDB), candidato derrotado ao Governo do Ceará e adversário de Lula. Contudo, o presidente reeleito tem como aliado o senador reeleito Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro. No segundo turno, o parlamentar fez caminhadas, carreatas e percorreu a cidade até a cavalo em busca de votos para o presidente ao lado do governador reeleito Elmano de Freitas (PT).

No primeiro turno, Lula obteve 71,6 mil votos no município, o equivalente a 59,66% dos votos válidos. Já Flávio Bolsonaro (PL) contabilizou 40,5 mil votos, atingindo 33,74%. No segundo turno, o petista ampliou sua votação para 85,7 mil votos, o equivalente a 67,38% dos válidos. Flávio, por sua vez, somou 41,5 mil votos, ou 32,62.

O crescimento de Lula em Sobral foi de aproximadamente 14,1 mil votos em números absolutos. Já Flávio Bolsonaro registrou um aumento de cerca de mil votos, embora tenha perdido participação percentual entre os votos válidos.

Veja onde Lula mais ampliou a votação entre os turnos:

  1. Sobral: 59,66% → 67,38% (+7,72 p.p.)
  2. São Gonçalo do Amarante: 56,78% → 64,29% (+7,52 p.p.)
  3. Caucaia: 55,98% → 63,13% (+7,15 p.p.)
  4. Boa Viagem: 73,95% → 81,04% (+7,09 p.p.)
  5. Horizonte: 57,95% → 64,98% (+7,03 p.p.)
  6. Pacatuba: 55,60% → 62,60% (+7,01 p.p.)
  7. Maracanaú: 54,33% → 61,30% (+6,97 p.p.)
  8. Juazeiro do Norte: 67,08% → 74,04% (+6,96 p.p.)
  9. Eusébio: 47,38% → 54,28% (+6,90 p.p.)
  10. Pacujá: 73,97% → 80,81% (+6,83 p.p.)

Onde Lula teve menor crescimento

Apesar de ter ampliado o apoio em todos os 184 municípios do Ceará, o presidente Lula registrou os avanços mais discretos em cidades onde já havia conquistado percentuais elevados no primeiro turno.

Em Ararendá, por exemplo, Lula passou de 71,68% para 73,29% dos votos válidos. Em Poranga, a votação do petista avançou de 79,26% para 81%.

O cenário também se repetiu em Ipaporanga, onde o presidente passou de 73,06% para 75,10%, e em Porteiras, município em que já havia recebido 82,68% dos votos válidos na primeira etapa da disputa e alcançou 84,86% no segundo turno.

Fonte: Diário do Nordeste

OAB SOBRAL HOMENAGEARÁ NOVE PROFISSIONAIS POR CONTRIBUIÇÃO AO ENSINO JURÍDICO

 

A Ordem dos Advogados do Brasil – Subsecção de Sobral realizará, nesta quinta-feira (29/10), a solenidade de entrega da Comenda do Mérito da Cultura Jurídica Manoel de Castro Carneiro Neto. A homenagem reconhece profissionais que contribuem para o fortalecimento do ensino jurídico na região.

A cerimônia está marcada para as 18h30, na Cadeia Criativa, em Sobral, e reunirá representantes da advocacia e da sociedade sobralense.

Confira os homenageados:

  • Daniel Souza Tabosa
  • Luciana Cristina Albuquerque de Oliveira
  • Rafaela Dantas de Siqueira
  • Nadjala Karolina da Silva Rodrigues Oliveira e Santos
  • Antônio Mendes Carneiro Junior
  • Robson Augusto Mata de Carvalho
  • Ana Débora Rocha Sales
  • Cláudia dos Santos Costa
  • Ebe Pimentel Gomes Luz Nijdam

A solenidade destaca a importância dos profissionais que dedicam suas trajetórias à formação jurídica e ao desenvolvimento da advocacia em Sobral e região.

SINDSEMS REALIZA FESTA DO SERVIDOR 2026 COM SHOW DO GRUPO AMIGOS DO SAMBA E SORTEIO DE PRÊMIOS

 

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sobral (Sindsems) realiza, no dia 30 de outubro, a partir das 10h, a tradicional Festa do Servidor, marcando o encerramento da programação especial da Semana do Servidor 2026.

O evento festivo acontecerá no Vila São Jorge Restaurante (Derby Clube) e contará com animação musical ao vivo a cargo do Grupo ADS (Amigos do Samba), além do sorteio de diversos prêmios exclusivos para os servidores filiados.

A iniciativa busca promover um momento de integração, lazer e reconhecimento à dedicação da categoria de servidores do município.

VOTO NAS ELEIÇÕES PODE ATUALIZAR PROVA DE VIDA DE BENEFICIÁRIOS DO INSS

 

A participação nas eleições do último domingo (25/10) também pode ter ajudado aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a atualizar a prova de vida junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o Instituto, os dados de comparecimento às urnas são compartilhados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e podem ser utilizados para confirmar automaticamente a prova de vida, sem necessidade de outro procedimento.

Quem não compareceu para votar não precisa se preocupar. O INSS continua utilizando outras bases de dados para verificar se o beneficiário está vivo. Caso não consiga confirmar a informação automaticamente, o segurado será avisado sobre a necessidade de regularização.

A situação pode ser consultada pelo aplicativo ou site Meu INSS, na opção “Prova de Vida”, ou pela Central 135.

Atenção: o INSS não solicita senhas, pagamentos ou dados bancários por telefone ou mensagens para realizar a prova de vida. Desconfie de contatos suspeitos e utilize apenas os canais oficiais.

A PALAVRA DO DIA


Evangelho (Lc 13,18-21)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18 Jesus dizia: "A que é semelhante o Reino de Deus, e com que poderei compará-lo? 19 Ele é como a semente de mostarda, que um homem pega e atira no seu jardim. A semente cresce, torna-se uma grande árvore, e as aves do céu fazem ninhos nos seus ramos". 20 Jesus disse ainda: "Com que poderei ainda comparar o Reino de Deus? 21 Ele é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

LULA X FLÁVIO: QUEM GANHOU E PERDEU TERRENO EM CADA ESTADO

 

Presidente reeleito melhorou seu desempenho nos 26 estados e no Distrito Federal e reverteu em Minas Gerais a vantagem de Flávio no primeiro turno.

O presidente Lula (PT) ampliou sua participação relativa nos votos em todas as 27 unidades da Federação entre o primeiro e o segundo turnos da eleição presidencial, vencida neste domingo (25). Os maiores avanços ocorreram no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Goiás, Estados onde Flávio Bolsonaro (PL) manteve a liderança. Em Minas Gerais, o petista reverteu a vantagem do adversário, em uma das mudanças mais importantes da disputa.

No resultado nacional, Lula passou de 49% para aproximadamente 51,8% dos votos atribuídos aos dois candidatos, avanço de 2,8 pontos percentuais. Flávio recuou de 51% para cerca de 48,2%. A comparação considera exclusivamente os votos destinados aos dois finalistas no primeiro turno, excluindo os demais concorrentes, para permitir a comparação com o segundo.

A maior mudança ocorreu no Rio de Janeiro, reduto eleitoral da família Bolsonaro. Lula passou de 42,7% para 46,9%, avanço de 4,3 pontos percentuais, enquanto Flávio caiu de 57,4% para 53,1%. Apesar da redução da diferença, o senador venceu no Estado.

São Paulo e Goiás entre os maiores avanços

São Paulo teve o segundo maior crescimento relativo de Lula, de aproximadamente 3,8 pontos percentuais. O petista passou de 42,4% na comparação direta do primeiro turno para 46,15% no segundo. Flávio permaneceu à frente, com 53,85% dos votos válidos.

Em Goiás, Lula avançou 3,7 pontos, de 36,7% para 40,3%. Flávio recuou de 63,3% para 59,7%, mantendo uma vantagem expressiva.

Santa Catarina e Alagoas aparecem em seguida, com aumentos de 3,3 pontos percentuais na participação do petista. No Mato Grosso do Sul e no Paraná, o avanço foi de 3,2 pontos.

Os resultados mostram que a melhora proporcional de Lula não ficou restrita aos Estados onde já tinha maioria. Parte das maiores variações ocorreu justamente em unidades da Federação vencidas por Flávio Bolsonaro.

Minas: Lula ganha 1,16 milhão de votos e vira disputa

Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, Lula reverteu uma desvantagem de quase 589 mil votos no primeiro turno e passou à frente de Flávio Bolsonaro por aproximadamente 107 mil votos no segundo, segundo a parcial com 99,9% das seções totalizadas.

O presidente ganhou cerca de 1,16 milhão de votos entre os turnos, contra 461 mil do senador. Lula passou de 5,19 milhões para 6,35 milhões de votos, enquanto Flávio avançou de 5,78 milhões para 6,24 milhões.

Na comparação percentual restrita aos dois candidatos, Flávio havia recebido 52,7% no primeiro turno, contra 47,3% de Lula. No segundo, o petista passou a aproximadamente 50,4%, enquanto o senador ficou com 49,6%. O avanço de 3,1 pontos percentuais permitiu a inversão do resultado.

No Amapá, Lula ampliou uma vantagem que já havia conquistado por margem mínima no primeiro turno. Na comparação direta, os candidatos apareciam empatados em 50% devido ao arredondamento. No segundo turno, o petista chegou a 52,9%, contra 47,1% de Flávio.

Nordeste registra menores variações

Os menores avanços proporcionais de Lula ocorreram, em geral, nos Estados onde ele já tinha ampla maioria. No Piauí, sua participação passou de 74,7% para 75,9%, crescimento de 1,2 ponto percentual, o menor entre as unidades da Federação. Na Bahia, avançou 1,5 ponto, de 69,9% para 71,3%.

No Ceará, o aumento foi de dois pontos, para 68,9%. Pernambuco e Maranhão registraram crescimento de aproximadamente 2,1 pontos, enquanto Paraíba e Rio Grande do Norte tiveram avanço de 2,5 pontos. Mesmo com variações menores, esses Estados preservaram vantagens expressivas para o petista.

Participação relativa não é votação absoluta

O crescimento proporcional de Lula em todos os Estados não significa que Flávio tenha perdido votos em números absolutos. O senador também ampliou sua votação entre os turnos, embora menos que o presidente.

Os percentuais do primeiro turno foram recalculados considerando exclusivamente os votos dos dois finalistas. Por isso, a queda de Flávio de 51% para 48,2% representa uma perda de participação relativa, não uma redução de sua votação nominal. Tampouco permite identificar, isoladamente, como votaram os eleitores dos demais candidatos ou aqueles que se abstiveram no primeiro turno.

A vitória de Lula combinou a manutenção de vantagens expressivas no Nordeste com a redução da distância para Flávio em Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás. Em Minas Gerais, esse crescimento foi suficiente para inverter o resultado e garantir ao petista uma vantagem onde havia perdido no primeiro turno.

(Congresso em Foco)

O RETRATO DA VIRADA: LULA GANHOU 10,3 MILHÕES DE VOTOS NO 2º TURNO E SUPERAA SOMA DE TODOS OS ELIMINADOS DO 1º TURNO

 

A virada histórica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições foi impulsionada por uma forte mobilização do eleitorado e pelo resgate de milhões de votos que não foram para a oposição na etapa inicial. Ao todo, o petista somou 10,3 milhões de votos a mais em relação ao primeiro turno, um volume que supera, por si só, a soma de todos os votos obtidos pelos candidatos eliminados na primeira fase da disputa, que juntos acumulavam pouco mais de 9 milhões. Em contrapartida, seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), conseguiu crescer apenas 3,7 milhões de votos no mesmo período.

O avanço expressivo de Lula foi favorecido por uma mudança significativa no comportamento do eleitorado no segundo turno, marcado pela menor taxa de abstenção da história recente. Se no primeiro turno, em 4 de outubro, 33 milhões de brasileiros deixaram de comparecer às urnas, no pleito deste domingo (25) esse número despencou para 30 milhões, injetando cerca de 3 milhões de novos eleitores no processo.

Além do resgate de ausentes, houve expressiva redução nos votos brancos e nulos, que caíram de 5,9 milhões para 4,1 milhões. Com a combinação de maior presença e menor descarte de votos, o total de votos válidos Saltou de 119 milhões no primeiro turno para 124 milhões no segundo, uma diferença de 5 milhões de votos úteis em disputa. Na prática, somando os votos de candidatos eliminados, o resgate do abstencionismo e a migração de brancos e nulos, cerca de 14 milhões de votos estavam em jogo no segundo turno.

Raio-X dos Números da Eleição

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Cresceu de 53,8 milhões de votos no 1º turno para 64,2 milhões no 2º turno (+10,4 milhões).

Flávio Bolsonaro (PL): Avançou de 56,1 milhões no 1º turno para 59,8 milhões no 2º turno (+3,7 milhões).

Votos de candidatos eliminados no 1º turno: 9 milhões.

Abstenções: Caíram de 33 milhões no 1º turno para 30 milhões no 2º turno.

Brancos e Nulos: Reduziram de 5,9 milhões no 1º turno para 4,1 milhões no 2º turno.

Votos Válidos Totais: Subiram de 119 milhões no 1º turno para 124 milhões no 2º turno.

Com informações da CNN Brasil

LULA VENCEU EM 13 ESTADOS; FLÁVIO BOLSONARO EM 13 E NO DF


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu neste domingo (25) o segundo turno das eleições presidenciais em 13 Estados, enquanto seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), obteve a maioria dos votos em outros 13 e no Distrito Federal. Apesar da menor abrangência territorial, Lula conquistou a reeleição com 51,8% dos votos válidos, contra 48,2% do senador, com 99,8% da apuração concluída.

Lula venceu em todos os nove Estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Também conquistou a maioria dos votos no Amapá, Amazonas e Pará, na região Norte, e em Minas Gerais, no Sudeste.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, venceu no Acre, Rondônia, Roraima e Tocantins, na região Norte; em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, no Centro-Oeste; em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, no Sudeste; e nos três Estados do Sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O maior percentual de Lula foi registrado no Piauí, onde conquistou 75,9% dos votos válidos. O presidente também superou 70% na Bahia, com 71,3%, e alcançou 69,5% no Maranhão e em Sergipe. Flávio teve seu melhor desempenho em Roraima, com 72,5%, seguido por Rondônia, com 69,6%, e Santa Catarina, com 69,4%.

Minas Gerais registrou a disputa mais apertada do país. Lula recebeu 50,4% dos votos válidos, contra 49,6% de Flávio, uma diferença de 0,8 ponto percentual. O petista reverteu a vantagem obtida pelo senador no primeiro turno e conquistou o único Estado do Sudeste em que saiu vitorioso.

Entre os Estados vencidos por Flávio, Tocantins apresentou a menor diferença, com 51,3% dos votos para o senador, contra 48,7% de Lula. No Amapá, o presidente venceu por 52,9% a 47,1%, depois de os dois candidatos terem registrado o mesmo percentual na comparação direta dos votos do primeiro turno.

No exterior, Lula também liderou a votação, com 53,4% dos votos válidos, contra 46,6% de Flávio Bolsonaro, com 95,1% da apuração concluída. A eleição presidencial é definida pela soma dos votos válidos em todo o país e no exterior, independentemente da quantidade de Estados vencidos por cada candidato.

(Congresso em Foco)