
Roger havia pedido revogação de sua prisão preventiva por meio do habeas corpus. Mendes concluiu que não havia mais motivos para manter o médico preso. O ministro afirma que, em 18 de agosto de 2009, o Conselho Regional de Medicina suspendeu o registro profissional do médico, afastando a possibilidade de reiteração dos supostos abusos sobre clientes, não mais se justificando, assim, a manutenção da prisão provisória.