
De acordo com Mirian Sobreira, que preside a Comissão de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da AL, para implantar o Telessaúde na cidade a prefeitura precisa de um aparelho que custa R$ 4 mil, um funcionário treinado pelo próprio programa e acesso à internet banda larga. “Falta sensibilidade por parte dos municípios para que o Telessaúde possa se expandir”, disse.
Segundo a parlamentar, o programa integra as equipes de saúde da família com os centros universitários de referência, para melhorar a qualidade dos serviços prestados em atenção primária, diminuindo o custo de saúde por meio da qualificação profissional e redução da quantidade de deslocamentos de pacientes.