
Emanuel Clementino lirou-se da cassação e teve como advogado de defesa Anastácio Marinho, que alegou: as gravações que a oposição mostrara a justiça eleitoral, não teriam base legal como prova. O advogado da oposição, Leonardo Carvalho, chegou a argumentar que o Supremo Tribunal Federal havia considerado lícita a gravação feita por um dos interlocutores em um diálogo, sendo, portanto, prova válida para confirmar a compra de votos.