A síndrome de burnout, que causa sintomas como esgotamento físico e mental em situações relacionadas ao trabalho, passou a ser classificada como questão de saúde pública no Brasil, além de ser incluída na lista de doenças ocupacionais.
A novidade faz parte do documento da Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e está em vigor no país desde o início da primeira semana do ano.
A nova classificação, que segue a mesma da OMS, já constava como motivo de afastamentos e até mesmo aposentadoria, com respaldo do INSS e da justiça brasileira.
A partir da inserção do burnout no CID, os trabalhadores diagnosticados passam a ter os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários previstos para as demais doenças que mantém relação com trabalho.
Aqueles que receberem o diagnóstico, terão o código QD85 da CID inseridos no atestado médico.